Instinto de conservação; Meios de conservação

16/08/2011 12:05

“Instinto de conservação; Meios de conservação”, O Livro dos Espíritos, 3ª parte, cap. V (Da Lei de Conservação), perguntas 702 a 710. Rio de Janeiro, 2 de Agosto de 2011.

 

            Quem de nós, quando criança, nunca reparou, curiosamente, uma tartaruga fazendo movimentos defensivos, recolhendo-se para seu casco? Não sei se a maioria das crianças está preocupada com o significado da atitude do réptil, mas esta, certamente tem muito haver com o nosso tema. Trata-se de um animal de caminhar pesado, lento mesmo, que durante um bom período do ano hiberna. Seu resistente casco, sem sombra de dúvidas, é providencial para que este animal tenha uma longa vida. Outros animais, como a lebre, por exemplo, preparam fuga ao menor barulho que escutam. O tubarão, por outro lado, consegue perceber uma potencial presa a quilômetros de distância, uma vez que consegue perceber sangue na água. Segundo o biólogo e zootecnista Daniel Pereira Rocha, "Isso ocorre devido ao formato e à fisiologia de seu nariz. Conforme o tubarão nada, a água flui através de duas narinas frontais. A água entra pela passagem nasal e passa por dobras de pele cobertas por células sensoriais” [1]. Ainda segundo ele, "Um grande tubarão-branco seria capaz de detectar uma única gota de sangue em uma piscina olímpica.” [2]Os animais, assim, conforme nos fala Sérgio Biagi Gregório, procuram

comer e esforçar-se para não ser comido pelos outros. Essa é a razão pela qual os órgãos sensoriais, que investigam se existe alimento em volta ou que, ao pressentir perigo, ordena ao corpo que se proteja ou fuja, encontram-se perto do orifício de introdução dos alimentos. [3]

            Em “O Livro dos Espíritos”, Allan Kardec indaga aos Espíritos Codificadores na questão 702 se o instinto de conservação é lei da Natureza, ao que eles respondem afirmativamente, assinalando que “todos os seres vivos o possuem, qualquer que seja o grau de sua inteligência. Nuns, é puramente maquinal, raciocinado em outros.” [4] Já devem ter visto aquelas situações de emergência, em ambientes fechados onde, diante de alguma ocorrência que ponha as vidas em risco, as pessoas colocam-se em desespero, muitas vezes aumentando os perigos dos demais com suas atitudes. Muitos, em fuga, não titubeiam em pisotear os que eventualmente caíram no chão... Nos seres humanos, a par de situações como estas, o instinto de conservação é operado de maneira racional, uma vez que ele tem a capacidade de escolher a maneira mais adequada de comportar-se em determinadas situações. Pode “dominar-se, recordar, prever e planejar os atos segundo as experiências acumuladas.” [5] Essa questão das experiências acumuladas me faz lembrar que o medo contagia. Vimos, em algum noticiário, informações sobre a queda de um avião. Temos que viajar de avião no dia seguinte. “Será que o meu avião será o próximo?” Muitos devem se fazer essa pergunta. Certa vez, voltando da universidade, uma colega narrava que havia sido assaltada, em pouco tempo, diversas vezes (acho que três). Pegou o ônibus comigo. Confesso que sua narrativa tão viva a respeito de sua trágica experiência me colocou profundamente preocupado dentro do ônibus, no momento que ele atravessava a Ponte Rio-Niterói, vindo para o Rio... Olhava para algumas pessoas procurando identificar potenciais criminosos. E que angústia senti!

            Na pergunta 703 Kardec deseja saber com que objetivo outorgou Deus a todos os seres vivos o instinto de conservação. Segundo os Espíritos Superiores isso se dá

Porque todos têm que concorrer para cumprimento dos desígnios da Providência. Por isso foi que Deus lhes deu a necessidade de viver. Acresce que a vida é necessária ao aperfeiçoamento dos seres. Eles o sentem instintivamente, sem disso se aperceberem. [6]

            Tudo que existe tem uma função, desempenha um papel na obra da criação. Por isso os animais (e os homens) lutam pela sobrevivência. As vezes penso que seja difícil imaginar esse papel desempenhado pelos demais seres vivos na natureza. Grosso modo, poderíamos dizer que, esforçando-se para sobreviver - e para isso devorando-se uns aos outros -, os animais mantém o equilíbrio das espécies. Quando, nas regiões do interior, ocorrem caçadas de pássaros, por exemplo, pode haver a ocorrência de gafanhotos em quantidade acima do comum, prejudicando plantações. Os pássaros são predadores naturais destes insetos. Se os homens preservarem os predadores naturais dos gafanhotos (além dos pássaros, aranhas e morcegos), não sofrerão com a superabundância desta espécie e a produção de alimentos de uma dada região não se prejudica.

            Apenas vivendo o bicho da seda nos ajuda, oferecendo-nos a seda.

O bicho-da-seda se alimenta das folhas da amoreira. É nesta fase que a larva começa a tecer seu casulo, feito com fios de muitos metros de comprimento. O fio de seda é secretado por uma glândula, chamada de glândula sericígena, localizada na parte inferior da boca da lagarta. A larva fia a seda ao redor do seu corpo fazendo movimentos geométricos em forma de número 8 até que todo o líquido que forma o fio termine, isto ocorre em torno de três dias, até lá, são secretados aproximadamente 1.000 metros dessa substância. Depois disso, num período de três semanas, nasce uma borboleta branca.

Para se obter fios de seda é preciso mergulhar os casulos em água quente para amolecê-los e retirar deles uma espécie de goma que os faz ficar presos uns aos outros. Uma vez encontradas as pontas dos fios, os casulos são desenrolados calmamente e, depois disso, estes fios são enrolados numa roda formando uma meada. Este processo, em suma, consiste em desfazer todo o trabalho que a lagarta teve para formar o casulo. [7]

            Outro ser vivo que muitos não imaginam a importância são os plânctons, organismos uni ou pluricelulares que flutuam nos oceanos e, também, nas superfícies de água doce. São a base da cadeia alimentar do ecossistema aquático. O fitoplâncton tem importância fundamental para o planeta em que vivemos, pois retira da atmosfera gás carbônico e devolve oxigênio, sendo mesmo a maior fonte deste gás vital para todos nós. [8] Assim, os pássaros, o bicho da seda e os plânctons, ao viverem, são instrumentos da Providência Divina. Além disso, conforme já estudamos [9], evoluem, por sua vez, porque nada na criação de Deus está destinado a estagnação.

            Já abordando os meios de conservação, Kardec indaga:

704. Tendo dado ao homem a necessidade de viver, Deus lhe facultou, em todos os tempos, os meios de o conseguir?

“Certo, e se ele os não encontra, é que não os compreende. Não fora possível que Deus criasse para o homem a necessidade de viver, sem lhe dar os meios de consegui-lo. Essa a razão porque faz que a Terra produza de modo a proporcionar o necessário aos que a habitam, visto que só o necessário é útil. O supérfluo nunca o é.” [10]

            Os homens, no passado (e como nos dias de hoje), conseguiam sustento na Natureza através das práticas coletoras de frutos e da caça, sendo que em uns lugares uma atividade era mais preponderante que em outras, de acordo com a “oferta” disponível. Na Revista Espírita de Fevereiro de 1864, em uma comunicação do Espírito Percheron sobre a necessidade da encarnação, temos que

As necessidades que vosso corpo vos fazem experimentar estimulam vosso Espírito e o forçam a procurar os meios de provê-las; desse trabalho forçado nasce o desenvolvimento do pensamento; o Espírito constrangido a presidir os movimentos do corpo para dirigi-los em vista de sua conservação, é conduzido ao trabalho material, e ao trabalho intelectual, que se necessitam um ao outro e um para o outro, uma vez que a realização das concepções no Espírito exige o trabalho do corpo, e que este não pode fazer senão sob a direção e o impulso do Espírito. O Espírito tendo assim tomado o hábito de trabalhar, e sendo constrangido ao trabalho pelas necessidades do corpo, o trabalho, ao seu turno, se torna uma necessidade para ele (...) [11]

            O homem, assim, pelo suor do seu rosto (para usar da expressão do Gênese Bíblico) trabalha para sustentar-se, o que lhe desenvolve o pensamento. As conquistas humanas na área da tecnologia, nos nossos dias, estão sendo o clímax destas realizações. Facilitam-nos a vida. Mas nos geram necessidades novas. No entanto, em matéria de sustento material, nosso planeta nos oferece o necessário, o que nos é útil, e não o supérfluo que, quando acumulado por alguns, geram necessidades em outros seres humanos.

            Kardec indaga, então, aos Espíritos da Codificação, na pergunta 705,  por que nem sempre a terra produz bastante para fornecer ao homem o necessário, ao que eles respondem que

(...) A terra produziria sempre o necessário, se com o necessário soubesse o homem contentar-se. Se o que ela produz não lhe basta a todas as necessidades, é que ele emprega no supérfluo o que poderia ser aplicado no necessário. Olha o árabe no deserto. Acha sempre de que viver, porque não cria para si necessidades factícias.  (...) Em verdade vos digo, imprevidente não é a Natureza, é o homem, que não sabe regrar o seu viver. [12]

                A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), em seu site, tem um artigo interessante chamado “Reduzir o desperdício para alimentar o mundo”. Segundo o informe “Perdas e desperdício de alimentos no mundo”, cerca de um terço dos alimentos que se produzem a cada ano, no mundo, para consumo humano, algo em torno de 1 bilhão e 300 milhões de toneladas, são desperdiçados ou perdidos. As perdas de alimentos, que podem dar-se da fase de produção, coleta e processamento, são mais elevadas em países em desenvolvimento, por conta da precariedade da infraestrutura. O desperdício de alimentos é maior nos países industrializados. Ainda segundo o informe, o índice de desperdício per capita, entre os consumidores, é de 95 - 115 Kg anuais na Europa e América do Norte, ao passo que na África Subsaariana e na Ásia Meridional e Sudeste asiático é de 6 - 11 Kg por pessoa. Os consumidores dos países ricos são estimulados a comprar mais alimentos do que de fato necessitam. As promoções do tipo “Compre três e pague dois” são um exemplo. Além disso, temos as comidas preparadas em excesso por restaurantes. Já devem ter visto serviços de Buffet onde, por preço fixo, os consumidores são estimulados a encher o prato, sem muitas vezes comerem tudo... [13]

            Para muitas pessoas, nos tempos em que vivemos, está faltando o necessário, ao passo que uma minoria detém em excesso riquezas que seriam fundamentais para a sobrevivência de muitos. Quando desencarna um famoso mundial, alguém dos holofotes, parcela significativa da sociedade ocidental sente comiseração, lastima, se entristece... Todos os dias morrem crianças anonimamente na África por desnutrição. Quantas notícias vocês assistem a respeito disso?

            Na África, além das imagens das crianças desnutridas com o ventre inchado, temos as das suas mães que, para amenizar a fome, atam cordas em volta de suas barrigas. Não me refiro ao “espartilho” ocidental, que deixa corpos em forma de violão. São cordas que atam os estômagos para, de alguma maneira, aliviar a fome que constantemente estão sentindo. Mas essa prática pode ser fatal, uma vez que estas mulheres, ao desatarem bruscamente dessas cordas, quando conseguem alimentos, morrem. Nas situações de conflito, onde estas pessoas esquálidas procuram acampamentos fora das áreas conflagradas, são encontradas crianças sozinhas pelos caminhos, cujos pais morreram de fome antes de atingirem um local que lhes ofereça segurança. [14] Segundo o UNICEF, 780 mil crianças podem morrer de fome na Somália se não receberem ajuda imediata. O número total de crianças em situação de desnutrição severa na Somália, Quênia e Etiópia é de 2,3 milhões, neste momento (os dados são do dia 22/07/2011). [15]

            Enquanto isso, o atual presidente dos Estados Unidos, ao defender a retirada das tropas de guerra estadunidenses do “perigoso” Afeganistão, alegando questões de custo como uma das razões para tanto, ele não mentiu. Afinal, referiu-se a uma quantia de 1 trilhão de dólares gastos pelo seu país nos massacres que promove pelo mundo. “A conta total deve ficar entre 3,7 e 4,4 trilhões de dólares, de acordo com o projeto de pesquisa intitulado "Custos da Guerra", feito pelo Instituto Watson de Estudos Internacionais, da Universidade Brown (...)” [16] Não encontrei dados mais recentes, mas em 2006, a Reuters divulgou que

Dois por cento dos adultos do planeta detêm mais de metade da riqueza mundial, incluindo propriedades e ativos financeiros, revelou um estudo realizado por um instituto de desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (ONU) (...)

A riqueza está fortemente concentrada na América do Norte, na Europa e nos países de alta renda da Ásia e do Pacífico. Os moradores desses países detêm juntos quase 90 por cento do total da riqueza do planeta'', disse a pesquisa. (...)

Nós calculamos que os 2 por cento dos adultos mais ricos do mundo possuem mais da metade da riqueza global enquanto os 50 por cento mais pobres, 1 por cento'', disse Anthony Shorrocks, diretor do instituto. [17]

            Por fim, a soma do PIB dos 15 países mais ricos do mundo (o Brasil está em 7º lugar), de 2011, é de 47 trilhões, 772 milhões de dólares (47.772.000.000.000). Nove zeros!

            Será que faltam recursos no mundo, ou eles são mal empregados? Ou eles estão concentrados nas mãos de poucos indivíduos? Quando faço esta pergunta estou pensando na resposta que os Espíritos deram a questão 706 de O Livro dos Espíritos, quando as Inteligências diretoras do Espiritismo disseram que “por bens da Terra se deve, pois, entender tudo de que o homem pode gozar neste mundo.” [18] Estou seguro que os Espíritos ao dizerem “o homem” referem-se a toda humanidade, e não apenas aos ricos.  

708. Não há situações em as quais os meios de subsistência de maneira alguma dependem da vontade do homem, sendo-lhes a privação do de que mais imperiosamente necessita uma conseqüência da força mesma das coisas?

É isso uma prova, muitas vezes cruel, que lhe compete sofrer e à qual sabia ele de antemão que viria a estar exposto. Seu mérito consiste em submeter-se à vontade de Deus, desde que sua inteligência nenhum meio lhe faculte de sair da dificuldade. Se a morte vier colhê-lo, cumpre-lhe recebê-la sem murmurar, ponderando que a hora da verdadeira libertação soou e que o desespero no derradeiro momento pode ocasionar-lhe a perda do fruto de toda a sua resignação. [19]

            Quando falecem os meios de manter-se, quando o sujeito perece de fome, o que, pelo menos para nós já é difícil observar de perto, mas realidade presente na África, aquele que está passando por isso encara duríssima prova. Eu nunca fiquei um dia inteiro sem comer. Quando fico por muito tempo sem alimentar-me começa a doer-me a cabeça. Por quantos dias ficarão sem comer aquelas crianças africanas, bem como suas mães? Na resposta dos Espíritos podemos apreender, também, a importância da resignação, que não quer dizer conformismo. Resignação é a aceitação daquilo que não pode ser mudado no momento. A situação onde seres humanos passem fome pode ser mudada. A fome deve ser combatida. O mundo, como todos nós, estamos em processo dinâmico de transformações. O mundo está sendo. Nós estamos sendo. Sujeitos da História que somos, temos responsabilidade pelo que acontece no mundo, a despeito das distâncias geográficas. Se não tivéssemos responsabilidade, não estaríamos neste planeta. Alguém se lembrou de direcionar o pensamento para os africanos que estão morrendo de fome neste momento? Alguém ficou incomodado que alguns fabricantes do Ipad, da Apple, submeta seus empregados a estressantes jornadas de trabalho a ponto de muitos destes chegarem a cometer suicídio? [20] Será que é moralmente aceitável comprar os baratos produtos chineses, sabendo da ocorrência de trabalho escravo em suas instalações industriais? [21] Será mesmo que não temos nada com isso? Ou somos, de certa forma, financiadores disso?

            Os Espíritos, na resposta da questão 709, informam-nos ainda que, numa situação extrema, onde vários indivíduos estão passando fome, é errado sacrificar algum para servir de alimento para os demais, havendo aí homicídio e crime de lesa-natureza. A postura correta daqueles submetidos a esta situação extremada seria, ainda uma vez, sofrer a prova com coragem e resignação, que lhe granjearia merecimento.

            E por fim,

710. Nos mundos de mais apurada organização, têm os seres vivos necessidade de alimentar-se?

Têm, mas seus alimentos estão em relação com a sua natureza. Tais alimentos não seriam bastante substanciosos para os vossos estômagos grosseiros; assim como os deles não poderiam digerir os vossos alimentos. [22]

            À medida que evoluam, seus corpos acompanharão o desenvolvimento atingido e não serão mais necessários alimentos pesados, como os que estamos acostumados a receber. Imagino, então, que as dietas são aí desnecessárias, uma vez que estes Espíritos já aprenderam a regrar-se. Elegeram o necessário, não o supérfluo. Num sistema onde todos tenham o necessário, os estômagos estarão satisfeitos, porque o coração será mais calmo e repleto de amor.



[1] ROCHA, Daniel Pereira. Tubarões sentem cheiro de sangue a distância? Disponível em: http://noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/noticias/0,,OI3451610-EI8399,00-Tubaroes+sentem+cheiro+de+sangue+a+distancia.html Último acesso em 25 de Julho de 2011.

[2] Idem.

[3] GREGÓRIO, Sérgio Biagi. Lei de Conservação. Disponível em: http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/lei-de-conservacao.htm Último acesso em 25 de Julho de 2011. Grifos meus.

[4] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Rio de Janeiro: FEB, 1995, p. 337.

[5] GREGÓRIO, Sérgio Biagi. Lei de Conservação. Disponível em: http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/lei-de-conservacao.htm Último acesso em 25 de Julho de 2011.

[6] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos, Op. Cit., p.337. Grifos meus.

[7] PACIEVITCH, Thais. O Bicho da Seda. Disponível em: http://www.infoescola.com/insetos/bicho-da-seda/ Último acesso em 26 de Julho de 2011.

[8] PACIEVITCH, Thais. Plâncton. Disponível em: http://www.infoescola.com/biologia/plancton/ Último acesso em 26 de Julho de 2011.

[9] OLIVEIRA, Marco Aurélio Gomes. Os animais e o homem. Disponível em: http://transformandomundo.blogspot.com/2011/02/os-animais-e-o-homem.html Último acesso em 26 de Julho de 2011. Palestra apresentada dia 8 de Fevereiro de 2011 no Grupo de Caridade Deus, Luz e Amor.

[10] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Op. cit., p. 337 e 338. Grifos meus.

[11] KARDEC, Allan. Dissertações espíritas - Necessidade da Encarnação. Revista Espírita. Paris, fevereiro de 1864, nº2, p. 35. Grifos meus.

[12] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Op. cit., p.338. Grifos meus.

[13] Reducir el desperdicio para alimentar al mundo. Disponível em: https://www.fao.org.br/vernoticias.asp?id_noticia=1006 Último acesso em 26 de Julho de 2011.

[14] GIACOSA, Guillermo. La faja gástrica africana. Disponível em: http://peru21.pe/impresa/noticia/faja-gastrica-africana2/2011-07-22/309208 e http://peru21.pe/impresa/noticia/banda-gastrica-africana1/2011-07-21/309134 Último acesso em 26 de Julho de 2011.

[15] NASSIF, Luiz. A tragédia social da Somália. Disponível em: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-tragedia-social-da-somalia?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter Último acesso em 26 de Julho de 2011.

[16] TROTTA, Daniel. Custo de guerras dos EUA deve superar US$: 3,7 trilhões, diz estudo. Disponível em: http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE75S04W20110629 Último acesso em 26 de Julho de 2011.

[17] REUTERS / BRASIL ON LINE. ONU: apenas 2% detêm mais da metade da riqueza mundial. Disponível em: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2006/12/05/286900968.asp Último acesso em 26 de Julho de 2011. Grifos meus.

[18] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Op. Cit., p.338.

[19] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Op. Cit., p.340. Grifos do autor.

[20] Fornecedora do iPad na China registra a 10ª morte em um ano. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/740452-fornecedora-do-ipad-na-china-registra-10-morte-em-um-ano.shtml Último acesso em 26 de Julho de 2011.

[21] NASSIF, Luis. O trabalho escravo na China. Disponível em: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-trabalho-escravo-na-china Último acesso em 26 de Julho de 2011.

[22] KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Op. cit., p. 340.

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